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	<title>PARENTALIDADE CONSCIENTE - Maria Infante</title>
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	<description>Coach Parental</description>
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	<title>PARENTALIDADE CONSCIENTE - Maria Infante</title>
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		<title>A necessidade de controlo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Infante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 19:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PARENTALIDADE CONSCIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como é que se pode criar ou educar uma criança feliz e autónoma, se os pais insistem em ser por vezes exageradamente controladores?</p>
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									<p>Como Coach Parental, recebo muitas perguntas sobre como aumentar a autoestima do filho, como fazer para que ele seja mais autónomo, e mais confiante.</p><p>Acredito que não existirão muitas mães, que nunca tenham &#8220;sofrido&#8221; deste controlo.</p>								</div>
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									<p>Então como é que se pode criar ou educar uma criança feliz e autónoma, se os pais insistem em ser por vezes exageradamente controladores?</p>								</div>
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									<p>Para compreendermos este padrão, temos de avaliar determinados aspetos, para conseguir perceber porque este padrão continua aparecer na nossa parentalidade.</p><p> </p>								</div>
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									<p>Nós mães, agimos sempre com a melhor das intenções. Queremos sempre o melhor para os nossos filhos, e deixamo-nos iludir pela ideia de que o meu filho precisa e sempre irá precisar de mim.</p><p>&#8220;Faço isto pelo meu filho, porque é o melhor para ele&#8221;.</p><p>&#8220;Faço isto, porque quero proteger o meu filho&#8221;.</p><p>&#8220;Faço isto pelo meu filho, porque eu é que sei o que ele necessita&#8221;.</p><p>O controlo sempre vem mascarado de desculpas verdadeiras, e nós mães, vamos colocando capa sobre capa, para sermos a heroína dos nossos filhos. E fazemo-lo para evitar algum tipo de desconforto para nós e para eles. Fazemo-lo porque no nosso interior não confiamos que eles o consigam fazer tão bem quanto nós.</p><p> </p>								</div>
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									<p>Desde muito cedo que lhes passamos certificados de incompetência e incapacidade. Depois quando são adolescentes, passamos o atestado dos preguiçosos que não fazem nada para nos ajudar.</p><p>Se recuares comigo no tempo, lembra-te como fizeste:</p><ul><li>Se eu não lhe arranjasse a mochila, chegariamos atrasados.</li><li>Se eu não fizesse parte dos tpc, nunca levava os trabalhos feitos.</li><li>Se não o obrigar a praticar desporto, vai ser sedentário.</li><li>Se eu não lhe proporcionar explicações, nunca vai ser bem sucedido.</li><li>Se eu não o chatear, ele nunca me ouve.</li></ul><p>E poderia ficar aqui a tarde toda a referir inúmeras situações, que nós mães parece que até temos gosto de fazer por eles. Isso dá-nos a falsa ideia de que aqueles seres, precisam de nós, como o ar que respiram.</p><p>Que sem a nossa ajuda, nunca seriam ninguém.</p>								</div>
				</div>
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									<p>Então e como é que funciona? Como é que posso fazer?</p>								</div>
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									<p>A curto prazo, quando controlamos as coisas e os nossos filhos, tudo parece funcionar na perfeição, mas com o excesso de controlo, a desconexão acaba por surgir. A longo prazo não irá funcionar como idealizámos, as &#8220;armadilhas&#8221; desse controlo fazem com que os nosso filhos falhem, não desenvolvendo uma forte autoestima ou autoconfiança, porque em algum momento do seu crescimento lhe foi retirada a oportunidade de fazerem coisas por si próprios, e de adquiri as competências necessárias para se tornarem jovens autónomos.</p>								</div>
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									<p>E porquê? Porque alguém sempre esteve no comando, no controlo deles.</p>								</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">1 - COMPREENDE O QUE IMPULSIONA ESSA TUA NECESSIDADE DE CONTROLAR.</h3>				</div>
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									<p>Como é que te sentes quando estás a ser controlada por outra pessoa?</p><p>Como é que te sentes, quando não estás a ser controlada?</p><p>Porque é que sentes essa necessidade?</p><p>De que é que tens medo?</p><p>É muito desafiador uma pessoa sentir, que não se consegue controlar e que outra pessoa controla todos os seus movimentos. E quando chega a adolescencia, tudo o que os nossos filhos não querem é sentir esse controlo exagerado.</p><p>Contudo, por outro lado as mães, devido a essa pressão, parece que ainda exageram mais, o que as coloca num nível elevado de stress e ansiedade, devido ao medo do que possa acontecer, se não o fizer.</p>								</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Pergunta-te a ti mesma agora: O que é que o meu filho precisa agora?</h3>				</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">2 - ENCONTRA O ANTÍDOTO PARA O CONTROLO</h3>				</div>
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									<p>Se o controlo é exagerado, e muitas vezes gera insatisfação, ansiedade, pressão ou stress, necessitamos encontrar um antídoto. O que achas?</p><p>Se conseguirmos olhar para esta necessidade de controlo como algo que afasta, que magoa, que dói e libertarmos o nosso medo do que possa vir acontecer, é mais fácil encontrar este antídoto. </p><p>É mesmo deixar ir essa necessidade de controlo. Deixares o teu filho ser livre para que seja autónomo e feliz. </p><p>Ninguém o é se tiver atrás de si sempre uma sombra julgadora, a passar atestados de incompetência, uns atrás dos outros, certo?</p><p>Até que o consigamos fazer, os nossos filhos continuarão a lutar connosco, numa tentativa de recuperar o seu autocontrolo ou então a questionarem-se a si próprios e ao seu valor por não terem esse mesmo controlo da sua própria vida.</p><p>Precisamos então, libertarmo-nos de padrões que não fazem sentido e dos medos que nos impedem de criar filhos saudáveis e responsáveis.</p><p> </p><p> </p>								</div>
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									<p>Para tal, é necessário mudar o nosso padrão de pensamento. Mudar a nossa mente, mudar a velocidade dos nossos pensamentos críticos em relação aos nossos filhos, e emvez de educarmos pelo controlo, medo, preocupação, dúvida, falta de confiança, começar a educar de um lugar de amor. </p><p>Aquele que confia, ensina e coopera.</p><p>E a primeira coisa a fazer, é olhares para dentro de ti.</p><p>O que se passa contigo?</p><p>Porque queres controlar os outros, se não te controlas a ti?</p><p>Consegues identificar o porquê dessa necessidade?</p><p>Os teus pensamentos, eles criam os teus sentimentos, e os teus sentimentos condicionam as tuas ações.</p><p>Se os teus pensamentos vierem de um lugar de medo, de preocupação ou dúvida, isso vai aparecer como sentimento de ansiedade, e quando etás assustada o que faze? </p><p>Agarras com mais força e apertas com mais força, não é?</p><p>Espero que consigas ver este ciclo do controlo e os efeitos que ele pode ter sobre ti e sobre a tua família.</p><p> </p>								</div>
				</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">3 - QUEBRA O CICLO DO CONTROLO</h3>				</div>
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									<p>E se a partir de agora canalizasses toda a tua energia para assumires o controlo apenas dos teus pensamentos? Em vez de controlares tanto o teu filho adolescente?</p><p>Como seria?</p><p>E se procurasses investigar mais sobre as necessidades emocionais do teu filho, em vez de as controlar, como seria isso também?</p><p>As respostas estão sempre todas dentro de nós, basta procurar.</p><p>termos o poder de apenas controlar a nós próprias e aos nossos pensamentos, é empoderador.</p><p>Temos de mudar conscientemente a forma como estamos agir com os nossos filhos adolescentes.</p><p>Controlar as palavras que escolhemos. Controlar a ligação que temos à nossa essência. </p><p>Confiar mais em nós e nos nossos filhos, verás que não existe problema nenhum em te libertares e o libertares dessa &#8220;prisão&#8221;.</p><p>Nunca é tarde demais para abandonar velhos hábitos, padrões de controlo e assumires o controlo apenas da tua vida.</p><p>É fácil? Não vou dizer que sim!</p><p>Vale a pena? Absolutamente SIM!</p>								</div>
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									<p>Um xi <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p><p>Maria Infante</p><p>Coach Parental</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
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		<title>O amor é o maior das emoções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Infante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 17:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PARENTALIDADE CONSCIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O amor é a maior das emoções e é através do amor que os pais guiam os filhos pela vida fora. Em todas as fases da vida, o teu filho(a) vai precisar do teu apoio e  amor incondicional. Quando fui mãe pela primeira vez (e de gémeos), descobri que filhos não traziam manual de instruções, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="4703" class="elementor elementor-4703">
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">O amor é a maior das emoções e é através do amor que os pais guiam os filhos pela vida fora.</h2>				</div>
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									<p>Em todas as fases da vida, o teu filho(a) vai precisar do teu apoio e  amor incondicional.</p>								</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
									<p style="text-align: justify;">Quando fui mãe pela primeira vez (e de gémeos), descobri que filhos não traziam manual de instruções, que me ajudasse a lidar com o desafio que era a maternidade.</p><p style="text-align: justify;">As dúvidas eram constantes…</p><p style="text-align: justify;">Estaria eu a agir bem? Estaria a educá-los devidamente? Estaria a ser demasiado exigente? Estaria a fazer o que era suposto ser feito?</p>								</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
									<p style="text-align: justify;">Estas e tantas outras questões foram sendo respondidas à medida que tomava consciência do que era ser mãe. E cada vez mais acreditava na educação que estava a dar aos meus filhos.</p><p style="text-align: justify;"> </p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
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									<p style="text-align: justify;"> </p><p style="text-align: justify;">Com o nascimento da minha filha, o desafio aumentou. Não só tinha que continuar a apoiar, educar, brincar e a cuidar dos mais crescidos, como tinha nos braços uma bebé extremamente exigente. Não tinha um minuto de sossego… Havia sempre algum deles a precisar de mais atenção.</p>								</div>
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									<p>Enquanto casal, tivemos que redefinir as nossas rotinas, os nossos horários, as nossas visitas. </p><p style="text-align: justify;">Foi uma época em que os nossos filhos tomaram conta das nossas vidas por completo, em que de certa forma deixei de ter vida própria para continuar o processo de educação dos miúdos.</p>								</div>
				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Tive que saber gerir um trabalho e toda a vida familiar.</p><p style="text-align: justify;">Daí ter consciência que fui uma mãe extremamente exigente, protectora, cuidadosa mas nunca desvalorizando a necessidade de conexão com os meus filhos aliada ao equilíbrio emocional familiar.</p>								</div>
				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Passados 7 anos da minha filha nascer, fui abençoada com uma terceira gravidez, a quarta filha.</p><p style="text-align: justify;">Os mais velhos numa fase de pré-adolescência; a do meio numa fase em que já era completamente determinada (já sabia bem o que queria) e independente, o que de certa forma até me ajudou; e mais uma bebé em casa…</p>								</div>
				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Cada vez mais era necessário estabelecer limites, incutir valores, responsabilidades.</p><p style="text-align: justify;">Encontrar técnicas que funcionassem, para que, ao mesmo tempo que criávamos filhos emocionalmente saudáveis, responsáveis, respeitadores, estaríamos a formar excelentes futuros homens e mulheres.</p>								</div>
				</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">O desafio foi grande, mas muito compensador!</h3>				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Se me perguntarem se foi fácil? Não foi muito, mas quando se educa com amor, aceitação e respeito  é muito mais suave.</p><p style="text-align: justify;">Se foi necessário livro de instruções? Talvez até tivesse dado jeito em determinadas situações, mas é bem verdade que o “manual” nasce com a nossa vontade de sermos mães.</p>								</div>
				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Um dos grandes segredos da minha<em> parentalidade</em>, foi saber estar sempre atenta às necessidades dos meus filhos.</p><p style="text-align: justify;">Saber entender os porquês das suas atitudes, saber ouvir, sem julgar logo à partida.</p><p style="text-align: justify;">E por ter sido um grande desafio, nasceu esta vontade, esta paixão de estudar mais e aprofundar o tema da “<em>Parentalidade Consciente</em>“.</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
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									<p style="text-align: justify;">Olho para a minha filha mais nova hoje, e estou muito mais focada em saber e entender como ela se sente em relação as situações que tem que enfrentar diariamente.</p><p style="text-align: justify;">Como  ela se relaciona com ela própria e com os outros. Como se sente, e o que esse sentimento provoca nela.</p><p style="text-align: justify;">Não estou tão focada em que seja a melhor da turma, ou que frequente muitas actividades.</p><p>O meu foco está na satisfação das suas necessidades emocionais.</p>								</div>
				</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Quero apenas que seja feliz, e que viva a sua infância tal como é…</h4>				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Que sorria, que brinque, que tenha os seus amigos, que seja criança enquanto lhe for permitido ser.</p><p style="text-align: justify;">Não quero com isto dizer, que tenha deixado de ser exigente, como fui com os seus irmãos, mas a maneira como me relaciono com ela é que é diferente.</p><p style="text-align: justify;">Valorizo mais hoje as diferenças. Cada um é como é e está tudo bem…</p><p style="text-align: justify;">Não podemos ter filhos todos iguais. Não devemos exigir de igual forma de todos…</p>								</div>
				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Por tudo isto, a pergunta que mais frequentemente tenho feito a mim própria, é saber qual a minha intenção enquanto mãe?</p><p style="text-align: justify;">Ser uma mãe atenta, exigente, congruente, paciente, tolerante, consciente, persistente, amiga, ouvinte, compreensiva ou uma gotinha de todas?</p><p style="text-align: justify;">Este será o ponto de partida para uma verdadeira <em>parentalidade consciente</em>!</p>								</div>
				</div>
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									<p>E tu? Qual a tua verdadeira intenção enquanto mãe?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Podes ser a melhor mãe que tanto desejas ser!</h4>				</div>
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									<p style="text-align: justify;">Um abraço</p><p><em>Maria Antónia Infante</em></p><p>Coach Parental</p>								</div>
				</div>
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		</div>
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		<title>Conexão ou desconexão!?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Infante]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 09:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PARENTALIDADE CONSCIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade Consciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ANA, (nome fictício) É MULHER E MÃE, Ana é uma mulher que tenho tido o privilégio de acompanhar nas minhas sessões de coaching parental, e que de certa forma tem uma história parecida à minha&#8230; Numa das últimas sessões disse-me que a vida tem sido muito ingrata para ela, arriscaria a dizer desafiante mesmo. A &#8230;</p>
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<h4 class="wp-block-heading">ANA, (nome fictício) É MULHER E MÃE,</h4>

<p class="wp-block-paragraph">Ana é uma mulher que tenho tido o privilégio de acompanhar nas minhas sessões de coaching parental, e que de certa forma tem uma história parecida à minha&#8230;</p>

<p class="wp-block-paragraph">Numa das últimas sessões disse-me que a vida tem sido muito ingrata para ela, arriscaria a dizer desafiante mesmo.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A Ana, nunca sentiu dentro de si o reconhecimento e o amor verdadeiro, aquele amor sentido, que vem mesmo de dentro&#8230;</p>

<h3 class="wp-block-heading">Porque a Ana viveu uma vida, a tentar agradar sempre aos outros.</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Primeiro aos seus pais, depois ao seu marido, aos amigos e agora aos seus filhos&#8230; sempre com a mesma insatisfação dentro de si.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Nada era suficiente, nada do que o marido fizesse ou dissesse era suficiente, nada do que os filhos fizessem era suficiente&#8230;</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continuava sempre a sentir-se só, e sem reconhecimento por tanto e tanto que fazia.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Um sentimento de frustração, de cansaço, de tristeza, de falta de reconhecimento pelo seu esforço, pela sua dedicação, pela necessidade de carinho e compreensão que não conseguia sentir de ninguém&#8230;</p>

<p class="wp-block-paragraph">Tudo isto, levou-a a procurar ajuda, a procurar-me!</p>

<p class="wp-block-paragraph">Depois de algumas conversas percebi que a Ana, era sensível, maravilhosa, só não se sentia suficiente, (não para os outros) mas para si mesma!</p>

<p class="wp-block-paragraph">Não se reconhecia como era verdadeiramente, como mulher, mãe corajosa, e muito lutadora.Não se lembrava de tanta coisa que já tinha feito e alcançado. Tantas dificuldades que ultrapassou, tantas conquistas e vitórias que atingiu, e sempre com tanta insatisfação interna.</p>

<h4 class="wp-block-heading">Sem se aperceber, aquilo que estava a transmitir aos seus filhos era que a vida &#8220;É&#8221; definitivamente difícil, ingrata, que o dinheiro não cai das árvores, que é preciso lutarem, é preciso esforçarem-se muito, com muito esforço, porque essa é a sua OBRIGAÇÃO!</h4>
<p> </p>

<p class="wp-block-paragraph">Diariamente, só corrigia, o que faziam de mal, nunca reconhecendo o tanto que também faziam de bem.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Sem se aperceber gritava, discutia e continuava a sentir-se insuficiente e a pior mãe do mundo.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Aquilo que a Ana não estava a perceber, nem a tomar consciência, era do afastamento que ela própria estava a permitir que acontecesse com os seus filhos.</p>

<h3 class="wp-block-heading">A desconexão total consigo própria estava a levá-la à desconexão com os seus filhos&#8230; o que a fazia sentir ainda mais tristeza e frustração.</h3>
<p> </p>

<p class="wp-block-paragraph">O cansaço tinha tomado conta da sua vida&#8230;</p>

<p class="wp-block-paragraph">Além disso, como poderiam os seus filhos ter uma visão positiva da vida, crescendo com todas estas crenças?</p>

<p class="wp-block-paragraph">Como poderiam os seus filhos sentirem-se merecedores do seu amor, se nem ela se amava a si própria?</p>

<p class="wp-block-paragraph">Como poderiam os seus filhos acreditar que a vida trás todos os dias novas oportunidades, se ela não acreditava já em dias melhores?</p>

<p class="wp-block-paragraph">Que exemplo estariam eles a ter?</p>

<p class="wp-block-paragraph">Certamente que não era nada disto que a Ana queria para si e para a sua família.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Mais importante do que eu acreditar que, mudando os seus pensamentos conseguia mudar a sua realidade, a Ana deu uma oportunidade a si própria de crescer, de se respeitar no seu caminho, de se valorizar por quem é e de ser feliz com a sua família!</p>

<p class="wp-block-paragraph">Como resultado do nosso trabalho, agora, entende que conexão é fundamental, primeiro consigo, para depois se conectar a todos os outros.</p>

<h4 class="wp-block-heading">Mesmo que tenha dias menos bons, ela sabe para onde voltar, e a quem deve escutar.</h4>

<p class="wp-block-paragraph">Sempre para dentro de si, ouvindo a sua voz interior!</p>

<p class="wp-block-paragraph">E tu?, Como te tens visto e sentido perante a vida?</p>

<p class="wp-block-paragraph">Que realidade tens estado a passar para os teus filhos?</p>

<h4 class="wp-block-heading">DE CONEXÃO, DESCONEXÃO OU CORRECÇÃO?</h4>
<p> </p>

<p class="wp-block-paragraph">A tua Coach Parental</p>

<p class="wp-block-paragraph">Maria Antónia Infante</p>
								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-large">Se entendes que os tempos mudaram e que o teu filho te desafia a uma nova forma de saber comunicar, gerir as suas próprias emoções, com confiança e responsabilidade.</h4>				</div>
				</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">ESTE E-BOOK É PARA TI!</h2>				</div>
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